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Autorreconhecimento nesta quinta 9/3

imageKGA“(…) Aquele que pode ser, com razão, qualificado de espírita verdadeiro e sincero, se acha em grau superior de adiantamento moral. O Espírito, que nele domina de modo mais completo a matéria, dá-lhe uma percepção mais clara do futuro; os princípios da Doutrina lhe fazem vibrar fibras que nos outros se conservam inertes. Em suma: é tocado no coração, pelo que inabalável se lhe torna a fé. Um é qual músico que alguns acordes bastam para comover, ao passo que outro apenas ouve sons. Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más. Enquanto um se contenta com o seu horizonte limitado, outro, que apreende alguma coisa de melhor, se esforça por desligar-se dele e sempre o consegue, se tem firme a vontade.” – Cap. XVII, item 4, de O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec.
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Ser espírita implica necessariamente estar na auto-observação, para conhecer as tendências do ego que o Espírito trouxe para trabalhar nesta encarnação. Dessa forma, a autotransformação será natural e benéfica consequência.

“Como reconhecer-se um verdadeiro espírita?” Essa pergunta será o tema da próxima quinta-feira 9/março/2017, a partir das 19h50, com o palestrante Luciano Klein Filho.

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    Tema de 2/março

    escutar com coração“(…) Aquele que semeia saiu a semear; e, semeando, uma parte da semente caiu ao longo do caminho e os pássaros do céu vieram e a comeram.
    Outra parte caiu em lugares pedregosos onde não havia muita terra; as sementes logo brotaram, porque carecia de profundidade a terra onde haviam caído. Mas, levantando-se, o Sol as queimou e, como não tinham raízes, secaram.
    Outra parte caiu entre espinheiros e estes, crescendo, as abafaram.
    Outra, finalmente, caiu em terra boa e produziu frutos, dando algumas sementes cem por um, outras sessenta e outras trinta.
    Ouça quem tem ouvidos de ouvir.
    (…)
    Escutai, pois, vós outros a parábola do semeador.
    Quem quer que escuta a palavra do reino e não lhe dá atenção, vem o espírito maligno e tira o que lhe fora semeado no coração. Esse é o que recebeu a semente ao longo do caminho.
    Aquele que recebe a semente em meio das pedras é o que escuta a palavra e que a recebe com alegria no primeiro momento. Mas, não tendo nele raízes, dura apenas algum tempo. Em sobrevindo reveses e perseguições por causa da palavra, tira ele daí motivo de escândalo e de queda.
    Aquele que recebe a semente entre espinheiros é o que ouve a palavra; mas, em quem, logo, os cuidados deste século e a ilusão das riquezas abafam aquela palavra e a tornam infrutífera.
    Aquele, porém, que recebe a semente em boa terra é o que escuta a palavra, que lhe presta atenção e em quem ela produz frutos, dando cem ou sessenta, ou trinta por um.”
    (S. MATEUS, 13)

    Considerando que a Fonte da Vida está continuamente a se comunicar com cada Ser, no nível mais profundo que é o coração, como se encontra atualmente nossa capacidade de dar atenção, perceber e escutar as Leis Divinas e produzir Seus frutos???

    Nessa próxima quinta-feira 2/3/2017, às 19h50, o tema será a PARÁBOLA DO SEMEADOR, que está em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo XVII, itens 5 e 6. O encarregado dos comentários da noite será o amigo HUGO MENDONÇA.

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      Ser perfeito, na quinta 23/fev

      sedeperfeitos

      Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam. Porque, se somente amardes os que vos amam, que recompensa tereis disso? Não fazem assim também os publicanos? Se unicamente saudardes os vossos irmãos, que fazeis com isso mais do que outros? Não fazem o mesmo os pagãos? Sede, pois, vós outros, perfeitos, como perfeito é o vosso Pai celestial. (Mateus, 5:44, 46 a 48.)

      Nessa próxima quinta-feira, 23/fev/2017, a partir das 19h50, o tema será SEDE PERFEITOS, com Gustavo Moura.

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        Talentos na quinta 16/fev

        slide_4Você sabia que possui, no mínimo, um importante talento divino??? Já descobriu qual(is)??? O que está fazendo com ele(s), durante seu viver, aqui agora???

        “O Senhor age como um homem que, tendo de fazer longa viagem fora do seu país, chamou seus servidores e lhes entregou seus bens. Depois de dar cinco talentos a um, dois a outro e um a outro, a cada um segundo a sua capacidade, partiu imediatamente. Então, o que recebeu cinco talentos foi-se, negociou com aquele dinheiro e ganhou cinco outros. O que recebera dois ganhou, do mesmo modo, outros tantos. Mas o que apenas recebera um, cavou um buraco na terra e aí escondeu o dinheiro de seu amo. Passado longo tempo, o amo daqueles servidores voltou e os chamou a contas. Veio o que recebera cinco talentos e lhe apresentou outros cinco, dizendo: “Senhor, entregaste-me cinco talentos; aqui estão, além desses, mais cinco que ganhei.”
        — Respondeu-lhe o amo: “Servidor bom e fiel; pois que foste fiel em pouca coisa, confiar-te-ei muitas outras; compartilha da alegria do teu senhor.”
        — O que recebera dois talentos apresentou-se a seu turno e lhe disse: “Senhor, entregaste-me dois talentos; aqui estão, além desses, dois outros que ganhei.” —
        O amo lhe respondeu: “Bom e fiel servidor; pois que foste fiel em pouca coisa, confiar-te-ei muitas outras; compartilha da alegria do teu senhor.”
        — Veio em seguida o que recebeu apenas um talento e disse: “Senhor, sei que és homem severo, que ceifas onde não semeaste e colhes de onde nada puseste; por isso, como te temia, escondi o teu talento na terra; aqui o tens: restituo o que te pertence.”
        — O homem, porém, lhe respondeu: “Servidor mau e preguiçoso; se sabias que ceifo onde não semeei e que colho onde nada pus, devias pôr o meu dinheiro nas mãos dos banqueiros, a fim de que, regressando, eu retirasse com juros o que me pertence.” “Tirem-lhe, pois, o talento que está com ele e deem-no ao que tem dez talentos; porquanto, dar-se-á a todos os que já têm e esses ficarão cumulados de bens; quanto àquele que nada tem, tirar-se-lhe-á mesmo o que pareça ter; e seja esse servidor inútil lançado nas trevas exteriores, onde haverá prantos e ranger de dentes.” (Mateus, 25:14 a 30.)

        Nessa próxima quinta-feira, 16/fev/2017, a partir das 19h50, Denise Boudoux está encarregada do tema “Parábola dos Talentos“.

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          Desprendimento, desapego, neste dia 9/fev

          Desapego“Pelo apego à posse de tais bens (terrenos), destruís as vossas faculdades de amar, com as aplicardes todas às coisas materiais. (…) Compreendo a satisfação, bem justa, aliás, que experimenta o homem que, por meio de trabalho honrado e assíduo, ganhou uma fortuna; mas dessa satisfação, muito natural e que Deus aprova, a um apego que absorve todos os outros sentimentos e paralisa os impulsos do coração vai grande distância, tão grande quanto a que separa da prodigalidade exagerada a sórdida avareza, dois vícios entre os quais colocou Deus a caridade, santa e salutar virtude que ensina o rico a dar sem ostentação, para que o pobre receba sem baixeza. Quer a fortuna vos tenha vindo da vossa família, quer a tenhais ganho com o vosso trabalho, há uma coisa que não deveis esquecer nunca: é que tudo promana de Deus, tudo retorna a Deus. Nada vos pertence na Terra, nem sequer o vosso pobre corpo: a morte vos despoja dele, como de todos os bens materiais. Sois depositários e não proprietários, não vos iludais.”

          Acima, trecho da instrução do Espírito Lacordaire, proferida em 1863, na cidade de Constantina/Argélia,  e intitulada “DESPRENDIMENTO DOS BENS TERRENOS”  – item 14, capítulo XVI – de O Evangelho segundo o Espiritismo. Este será o tema da palestra da quinta-feira, 9/fev/2017, a partir das 19h50, com Nonato Albuquerque.

          Entre 1802 e 1861, viveu Henri Lacordaire, frade francês, um precursor do catolicismo moderno e restaurador na França da Ordem dos Dominicanos.

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            Tema de quinta-feira 2/2

            deus-mamom-e-o-evangelho-leonardo-pereira-26-638“(…) Qual, então, o melhor emprego que se pode dar à riqueza? Procurai nestas palavras: “Amai-vos uns aos outros”, a solução do problema. Elas guardam o segredo do bom emprego das riquezas. Aquele que se acha animado do amor do próximo tem aí toda traçada a sua linha de proceder. Na caridade está, para as riquezas, o emprego que mais apraz a Deus. Não nos referimos, é claro, a essa caridade fria e egoísta, que consiste em a criatura espalhar ao seu derredor o supérfluo de uma existência dourada. Referimo-nos à caridade plena de amor, que procura a desgraça e a ergue, sem a humilhar. (…)”

            Espírito Cheverus, em 1861 – possivelmente foi o cardeal francês, arcebispo de Bordeuax, Jean-Louis Anne Madelain Lefebvre de Cheverus (1768-1836).

            O trecho acima está em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, no  capítulo XVI, item 11, dentro da mensagem EMPREGO DA RIQUEZA, que será o tema dessa quinta-feira, 2/fev/2017, às 19h50, com Maristher Fernandes.

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              Perdoar, tema de 26/jan

              perdoarAlguém pode tê-lo magoado quinze anos atrás e você ainda não se conformou quanto ao que aquela pessoa lhe fez. Mas se for honesto consigo mesmo, talvez tenha magoado alguém quinze anos atrás e nem prestou atenção nisso nos últimos catorze anos. Somos mestres em ver o que os outros nos fizeram, mas nem tanto ao olhar o que talvez tenhamos feito aos outros.” (…) “…o perdão significa estender sua percepção do real até o Real (…). E, quando vê a Realidade, em si mesmo e nos outros, você ganha poder para evocá-la. Somos curados quando nos sentimos perdoados. Saramos na presença da compaixão. Se você realmente quer que alguém mude, o milagre está na habilidade de ver o quão perfeito ele(a) é.

              A sombra não vai embora quando é atacada, mas promove a cura quando é perdoada. Não removemos nossa máscara sombria na presença de alguém que nos culpa, mas na presença de alguém que diz: ‘Eu sei que isso não é você’. Milagrosamente saramos na presença de alguém que acredita em nossa luz, mesmo quando estamos perdidos em nossa escuridão. E, quando aprendemos a ver os outros na luz de seu verdadeiro ser, estando ou não sob essa luz, temos o poder de realizar esse milagre por eles.

              O perdão é uma ação, mas ele surge de uma postura. Pode ser difícil perdoar alguém cujo comportamento nos magoou, a menos que tenhamos baseado nossas percepções em um esforço constante para enxergar além da escuridão da personalidade.”

              Marianne Williamson in livro  “O Efeito Sombra” (Lua de Papel, 2010)

              Na próxima quinta-feira 26/jan/2017, às 19h50, a reunião trará como tema  “Sobre PERDOAR“, com Charlys Barbosa.

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